A hidroponia pode parecer simples vista de fora: água, nutrientes e plantas – sem necessidade de solo. Mas qualquer pessoa que já administrou um Sistema de Cultivo sabe a verdade: a hidroponia é um ambiente de precisão. A maior vantagem da hidroponia é o controle, mas as falhas mais comuns advêm do não controle consistente do básico. Muitos produtores investem em um sistema de rack forte, bons canais ou um bom reservatório - mas depois perdem semanas de crescimento porque o pH varia, o oxigênio está muito baixo ou a iluminação não corresponde à demanda da planta. O resultado é um crescimento lento, sintomas de bloqueio de nutrientes, problemas com algas, estresse nas raízes ou rendimentos inconsistentes.
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A agricultura moderna está a evoluir rapidamente à medida que os produtores procuram formas de produzir alimentos de forma mais eficiente, utilizando menos recursos naturais. Entre as soluções mais promissoras está a agricultura hidropônica, um método que permite que as plantas cresçam sem solo, fornecendo nutrientes diretamente através da água. No centro desta abordagem está o Sistema de Cultivo, uma estrutura cuidadosamente projetada que fornece às plantas tudo o que precisam para crescer em um ambiente controlado.
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Uma estufa de cultivo de flores bem-sucedida não é apenas uma estrutura que mantém as plantas cobertas – é uma ferramenta climática. Para o cultivo de rosas, isso é ainda mais importante porque as rosas respondem rapidamente a pequenas mudanças de temperatura, umidade, fluxo de ar e luz. Na produção comercial, essas mudanças afetam o comprimento do caule, a formação dos botões, a pressão das doenças, o momento da colheita e a consistência geral. Muitos produtores aprendem isto da maneira mais difícil: a estufa parece forte e a variedade de culturas é boa, mas os rendimentos flutuam porque o clima é irregular em toda a casa. A diferença entre uma estufa de rosas média e uma forte muitas vezes não é o tamanho da fazenda, mas o quão bem o ambiente é projetado e controlado.
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Se você perguntar a dez produtores hidropônicos com que frequência eles trocam a água, poderá obter dez respostas diferentes – e muitos deles parecerão confiantes. Isso ocorre porque não existe um “número mágico” que se adapte a todos os sistemas de cultivo. A frequência da troca de água depende do tamanho do reservatório, tipo de planta, estágio de crescimento, força dos nutrientes (CE), estabilidade do pH, temperatura e quão limpo é o sistema. Alguns produtores mantêm um reservatório limpo e bem administrado durante semanas, apenas com recargas e ajustes. Outros precisam de mudanças completas frequentes porque seu sistema apresenta crescimento de algas, variações de pH, desequilíbrio de nutrientes ou problemas de raiz. O objetivo correto não é simplesmente “trocar a água com frequência”. O objetivo é manter a zona radicular em um ambiente estável e saudável de nutrientes – sem desperdício de água ou nutrientes.
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